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domingo, 7 de fevereiro de 2016

CONCURSO DE MARCHINHAS DE CARNAVAL- ABAETÉ MINAS GERAIS








Letra e música: Lúcia Pereira – O cachorro do vizinho
Intérprete: Fábio Alexandre

Cantar 2x cada estrofe
O cachorro do vizinho late...late
Late, late sem parar!
...
Late de noite, late de dia
E a minha vida virou uma agonia!
...
Já liguei para o 190
E a polícia disse que não tem jeito
Prá calar o cachorro do vizinho
Só quem pode fazer isto é o prefeito!
...
Late de noite, late de dia
E a minha vida virou uma agonia!


 Os ganhadores do Concurso de marchinhas de carnaval. Aduilo Neto, Lucas Gabriel e Fábio Alexandre.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

ABAETÉ FOLIA 2015

Abaeté terra desejada (Rafael Costa Resende)
Parabéns a todos que discernem o carnaval de Abaeté como positivo para a cidade, e que apoiam, acreditam e apostam na correção das falhas para os próximos anos (mais segurança e cumprimento da lei no entorno da grande festa e nos bairros).
Esse sucesso do carnaval de Abaeté poderia nos acompanhar todo o ano, que além dos ganhos econômicos e culturais, nos traz essa capacidade de alegrar a todo momento, a todo instante.
Celebrar e brindar todas as pequenas e grandes realizações que a vida nos proporciona, seria uma boa forma de ter uma vida mais leve, bela e descontraída. Deixando de lado o rancor, pessimismo, a inveja, a negatividade, tristeza e arrogância daqueles poucos que acham que devemos viver o mundo ruim sistemático em que se projetaram como verdade absoluta.

Admirável o trabalho da polícia neste carnaval! Parabéns!(Silvana Sousa Lino)

Carnaval Abaeté - fica a saudade.
"Quanto riso, quanta alegria". O mundo encantado do Abaeté folia se despede deixando a marca do sucesso. Valeu a pena "foi bonito foi, foi intenso foi". Por 5 dias Abaeté (uma pequena cidade do centro oeste mineiro), abriu as portas aos visitantes com uma grande produção, um sonho que se tornou realidade, algo invejável. A grande tenda se desfazerá, o mágico e encantável espaço que levou alegria e diversão para os adoradores apaixonados do carnaval.
Parabéns a todos aqueles que acreditaram e deram vida a tudo isto de maneira genial. Ao Prefeito que acreditou e não mediu esforços para a realização do carnaval no centro da cidade, quando muitos acreditaram ser impossível devido as adversidades. Ao grande empreendedor Alexandre Duca Pereira (e apoiadores) que acreditaram em Abaeté, investiram e mostraram ser possível um sucesso magnífico, quando se há o diferencial em uma festa que acontece simultaneamente em várias cidades de minas e do Brasil.
(Rafael  Costa Resende)

É nesses dias que eu sinto vergonha de ser Abaeteense, como é que ficamos tão impotentes diante desse puteiro em que se transforma nossa cidade, é uma total falta de respeito com quem não curte essa merda desse carnaval. aquele papo de que....quem não gosta não participa é pura balela não cola mais....em quase todo quarteirão da cidade tem uma boate com som no talo; acordando todo mundo as 4 5 da manhã, se eu não passo nem perto daquele lixo eu quero ter sossego na minha casa. espero que todos que tiraram suas famílias de casa pra emprestar a balburdia façam um mal proveito desse dinheiro.(Geraldo Dirceu)



 
Show Henrique e Juliano(Cristina Modas)

Tive que tirar minha filha da minha casa por causa do barulho das casas vizinhas alugadas. Impossível. Se nem eu conseguia ficar em casa imagine uma criança com menos de 3 anos. Concordo que as pessoas têm o direito de se divertir. Mas desde que isso não viole o direito de terceiros.(Kelce Aguiar)

O pessoal de gerações passadas deve lembrar-se dos bailes de salão, enfeitados e coloridos, com foliões animados envergando suas fantasias e levando a alegria esfuziante para o meio da pista.
A marca do carnaval era o entusiasmo e a euforia!
Havia todo
um ritual de preparação: reuniões animadas para a organização dos arranjos, para providenciar fantasias, garantir a mesa no clube, reservar convites, comprar confete e serpentina.
Como diz o ditado: “O melhor da festa, é esperar por ela...”.
A preparação que antecedia esta festa popular era motivo de muita alegria, de momentos agradáveis em que, descontraidamente, todos participavam e se divertiam.
O carnaval de rua era ainda inexpressivo, é verdade, mas as pessoas apresentavam-se à vontade, com fantasias, cantando e brincando, num clima ameno e receptivo. Não havia quase confusão. Era como se todos seguissem as regras ditadas para esses quatro dias, que embora fossem de quebra de alguns interditos, não desprezava direitos estabelecidos.
É claro que o atual contexto político-sócio-econômico do país, em alguma medida, interfere em nossos hábitos e tradições. E o novo formato em que se nos apresenta o carnaval, é produto da modernidade e adequação da cultura vigente. Junte-se a isso a flagrante violência que adentrou a sociedade, rondando todas as situações e lugares.
Normalmente as festas folclóricas de um grupo, retratam a realidade da época em que acontecem, externando os valores que vigoram no momento, na sociedade em questão.
Com a proximidade do carnaval, é aconselhável que se coloquem algumas considerações, evitando surpresas e aborrecimentos.
Portanto, longe de criticar, deve haver sim, um alerta, um toque de responsabilidade entre todos nós.
Lidamos com uma realidade dura, onde se fazem necessários alguns cuidados para que possamos passar pelo carnaval com segurança, conservando o espírito brincalhão.
Das mudanças mais sensíveis que podemos perceber, uma é a violência. Que todo o folião não deixe de brincar no carnaval como programou, mas que observe com critério e zelo a segurança, para que não ocorram episódios desagradáveis e por vezes graves, no decorrer deste período.
Que os jovens se lembrem que a AIDS não sai de cena em feriados e comemorações, que deve se cuidar para que tenha um carnaval alegre, porém que não deixe lembranças tristes quando ele se for!
Que a bebida seja ingerida com moderação, pois é próprio do ser humano exercer a capacidade de pensar e escolher por si mesmo. A bebida, em exagero, rouba-lhe o direito mais precioso; qualquer droga solapa sua liberdade.
Importa que possamos curtir o carnaval como nos convém, mas que nos comportemos de tal sorte que estejamos em segurança, brincando de forma saudável e lembrando que: “Nosso espaço termina, aonde começa o do outro”.
O respeito é a melhor expressão da verdadeira cidadania. (Aspnoronha)


Concordo com vc.....quem sabe se juntar a força de todos volte, mas por um lado penso que esse carnaval "nosso" acabou porque "nós mesmos" permitimos isso...o carnaval atual não atrapalha o antigo, podem existir os dois sem que um atrapalhe o outro....nao vejo motivos de acabar com o atual até mesmo porque não e somente o organizador que enche os bolsos, muitas pessoas , comerciantes ou não conseguem ganhar dinheiro com ele, como eu por exemplo, que pude pagar um curso técnico de enfermagem, vendo cerveja a noite para ajudar no orçamento, gostava bastante do carnaval de clube, era criança na época mas gostava muito, também peguei a fase dele quando tinha meus 18 anos....então vamos voltar o "nosso" carnaval, mas vamos respeitar também a nova geração, adaptar ás mudanças.....porque a cidade e gostosa, muitos gostam daqui, e assim todos ficam felizes com "seus carnavais"....respeitando a todos, aproveitando os dias de folia cada um da sua maneira (Lais Andrade)

Não é acabar com um, voltar outro... não é nada disto. O que todos devem compreender é que o centro de Abaeté, não comporta uma festa deste tamanho, é tudo up. veja como está o centro da cidade gente, é notório a bagunça, o lixo, pessoas desrespeitando moradores, casas transformadas em "cabarés". Esses negocio de turista vir brincar carnaval é conversa pra boi dormir. A maioria destas pessoas saem de suas cidades para virem pra Abaeté, pq aqui "pode-se tudo". saem de suas cidades para vir aqui, fazerem o que não podem fazer em suas cidades. (Luiz Carlos)
Gente eu gostaria de juntarmos forças pra voltar nosso carnaval de clube e nao acabar com o atual.tem gente q gosta e temos que respeita! .. (Luciá Morato)

Não passei o carnaval deste ano em Abaeté, porém há anos observo sempre a mesma coisa: opiniões favoráveis e desfavoráveis após o término da festa. Sempre a mesma discussão, mas a população que vê a festa como um malefício para a cidade não procura nos demais 365 dias do ano levar a questão aos órgãos públicos para ser resolvida. Não concordo com todos os benefícios que a organização do carnaval recebe do município. Deveriam ser mais rígidas as cobranças da administração municipal, o que não verificamos. Por outro lado, as pessoas, principalmente as mais velhas, reclamam o desaparecimento dos antigos blocos, das marchinhas, da participação do povo na rua e defendem que a festa está sendo "elitizada", contudo devemos lembrar que há alguns anos atrás a festa talvez fosse mais elitizada do que é hoje, quando eram feitos os famosos "Bailes de Carnaval do Abaeté Clube" onde a "nata" da cidade participava. O carnaval "para todos" ainda é realizado no centro da cidade e, por isso, acredito que deve-se cobrar da administração municipal o incentivo ao retorno das velhas tradições de Abaeté. Além de tudo, deve-se aceitar que os tempos mudam e da mesma forma que a festa em Abaeté já passou por momentos de escolas de samba, bailes, blocos, atualmente estamos passando pelo momento do carnaval estilo baiano. (Fernanda Carvalho)

Acredito que o carnaval, uma festa altamente popular está se transformando em Abaeté uma festa elitista. Só quem tem condições financeiras tem o direito de se divertir. Senti falta da participação do povo nas ruas, não vi blocos, marchinhas que permitissem as pessoas mais velhas participarem, pois hoje o que manda é o funk, som repetitivo, letras imorais e sem sentido, infelizmente.Seria muito bom que repensassem o que anda acontecendo e se preparassem com mais participação popular para o próximo ano. (Marly Tavares)

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Fotos: Madalena Oliveira via Nosso Jornal.

Gente, eu e meus amigos nos divertimos demaaaaais nesse carnaval! Foi uma festa maravilhosa, super organizada e que rendeu comentários pelo Brasil a fora .. Melhores 5 dias do ano .. Sem dúvidas!! Os melhores shows do momento.. A estrutura dos camarotes foi mara!! O dinheiro que gastei pra estar ali dentro me divertindo achei muito bem empregado pois investi no meu lazer .. Que é como eu vejo essa maravilhosa festa.. 5 dias de muita diversão !! Parabéns a todos os colaboradores do evento principalmente o Duca.. Que Deus possa sempre dar saúde para todos continuarem fazendo esse brilhante trabalho por vários e vários anos !! (Lilian Reis)

Gosto muito do carnaval. Sempre gostei. Precisam melhorar algumas coisas principalmente no que diz respeito a própria infraestrutura de nossa cidade: ruas esburacadas, o entorno do campo do Atlético muito mal iluminado, a própria condição do terreno do campo do Atlético que precisa de algumas intervenções que ajudariam mais ainda como por exemplo refazer o passeio e algumas parte de muro. É elogiosa a atuação da Polícia Militar que, até o que eu soube, atendeu, dentro das limitações que nós todos sabemos que existe, a todas as solicitações. Para finalizar gostaria que a Prefeitura desse apoio também para dois eventos que eu acho muito importantes para Abaeté: a nossa tradicional exposição agropecuária e também o encontro de motociclistas, este último podendo entrar em definitivo para o calendário dos encontros do nosso estado. (Luiz Otávio)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

O QUE OS ABAETEENSES PENSAM DO CARNAVAL?


A questão é a seguinte. Não poderia de maneira alguma acontecer esse carnaval devido à falta de água. O povo não está enxergando o tamanho do problema que estamos passando. Nascentes secando pra todo lado, desperdicio contínuo pela população(lavando carros e passeios o tempo todo). Na zona rural falta ja falta agua, num periodo em que deveria estar sobrando. Acho que o Ministério Publico deveria intervir de maneira ferrenha impedindo essa barbárie, pois enquanto uns poucos sairão com muito, o resto da população que ficará aqui o restante do ano está condenada a pagar um preço muito alto. E que Deus nos ajude, pois se depender desses politicos e justiça, estamos todos ferrador.
(Marcelo Henrique de Almeida via facebook)

A moda agora é economizar água,eu não sei se a prefeitura e a copasa se fazem de cegos ou de bestas mesmo, pois o que mais eu vejo é lava- jatos lavando carros com água tratada na cidade,pra copasa não tem problema eles fazem a leitura e a conta já sai na hora pra pessoa pagar,e fica ai com hipocrisia pedindo o povo pra economizar enquanto as bombas estão só lavando carros o dia todo,fica a dica pra população de Abaeté.
 (Geraldo Magela via facebook)

Uma grande polêmica entre a população é com relação aos riscos de falta de água durante e após a festa. Segundo Antônio Múcio Caetano de Araújo, da Copasa, o consumo de água em Abaeté no carnaval chega a seis milhões de litros de água\dia. “É muita água para um Marmeladinha como o nosso, neste período de seca. Vamos trabalhar 24 horas direto no carnaval e torcer para não faltar água, porque, infelizmente, não há previsão de chuvas, nem de temperaturas mais baixas. Contamos com a conscientização da população, para economizar o máximo possível, evitando qualquer desperdício”, declara.
Ele diz que a Copasa não pode autuar as pessoas por desperdício de água, porque a situação “ainda” não é de calamidade pública. “É complicado, mas o que manda mesmo é a conscientização de cada um”, completa Antônio Araújo.
( http://www.nossojornalabaete.com.br/esta-chegando-o-carnaval-2015/)

 Hoje em dia o carnaval em Abaeté já faz parte da cultura da cidade, é tão esperado por parte de algumas pessoas que chega a ser admirável tal ato. São dezenas de pessoas envolvidas que não se pode querer fazer uma identificação junto a pessoas ou órgãos públicos - privados, carnaval é uma cultura popular, é de todos. A cidade por alguns dias ganha o glamour único, se identificando com o brilho que só ela tem, enriquecido pela beleza de lindas garotas e rapazes tanto da cidade como de visitantes. Portanto esta grande tenda, algo monumental montado no centro da cidade, passa a ser de fundamental importância para a cidade tanto cultural como econômico. E esta grande festa que fascina e encanta existe por levar a felicidade das pessoas, que retribuem com a alegria e o sorriso.
 (Rafael Costa Resende)


A grande questão é que as pessoas só discutem o problema do Carnaval quando o mesmo está para começar. Aí aparecem os palpites (prós e contras), aparecem pesquisas, dados econômicos, argumentos os mais diversos possíveis. Mas não aparece o principal: um debate sério, responsável e com a participação dos diversos segmentos da sociedade, de tal forma a evidenciar um retrato fiel da situação e apresentar soluções que possam minimizar os pontos negativos. Dados amadores e críticas sem uma base sólida só servem para acirrar os ânimos. Temos também que distinguir dois tipos de festa: a popular (pública) e a particular. Parece que essa segunda tem gerado mais críticas que a primeira, principalmente porque ela avança os limites do privado, misturando-se à festa popular, o que torna a discussão ainda mais complexa.
(Warle Francisco de Oliveira)

segunda-feira, 3 de março de 2014

ESSE ANO, SE DEUS QUISER VOU PASSAR O CARNAVAL EM ABAETÉ...

Fonte: Anilde Marques via facebook

Sou da época das marchinhas carnavalescas, fantasias, blocos animados que disputavam beleza, criatividade, animação.


Lembro com saudades da marchinha composta por Dr. Sizínio Alberto e que embalou o nosso carnaval e também dos vistantes a partir da década de 70 e que dizia:


Esse ano, se Deus quiser vou passar o carnaval em Abaeté. Lá tem loirinha, tem moreninha, tem escurinha que é um troço de mulher. Ah! eu não consigo esquecer o povo de Abaeté.

O 1º CONCURSO DE MARCHINHAS DE CARNAVAL promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Casa da Cultura de Abaeté, com apoio da Ambev, foi realizado hoje,dia 03 de março, na Praça Dr. Canuto. Foi um SHOW!!!!!!!. 

Veja a vencedora: Marchinha da Vovó, composta por Lúcia Andrade:

Vovó não é mais aquela só de forno e fogão
Hoje ela está moderninha dirigindo o seu carrão
Cuida da sua família com amor e com carinho
Mas pra namorar com o vovô sempre arranja um tempinho