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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

ABAETÉ: 143 ANOS DE MUITA HISTÓRIA

 Para comemorar o aniversário de Abaeté nada melhor que o grupo criado por Lucas Gabriel e Rita Arruda: Fotos Antigas de Abaeté.

Veja algumas postagens do grupo:

O “TIO” DAS BANANAS
Wagner Tulio Pereira
Nos tempos antigos do Abaeté, tivemos um personagem muito popular e deveras interessante. Trata-se do “tio” das bananas. Talvez esse apelido de tio para as pessoas mais velhas venha desse nosso famoso personagem. O povo do Abaeté é mestre em colocar apelidos e expressões que viraram jargão nacionalmente conhecido como a famosa “tem base?”, que caracteriza mundialmente o povo abaeteense. O nosso “tio” colocava um balaio na cabeça e saia pelas ruas vendendo as preciosas bananas. Sempre dava um desconto, se você comprasse mais de uma penca. Diziam que era muito unha-de-vaca ou pão duro. Ele não comia banana para não jogar a casca fora. Naquele tempo não tinha esse negócio de pesar mercadorias. Era na penca ou nas dúzias. Não tinha comércio para concorrer com essas bananas misteriosas e saborosas. Diziam as más línguas que eram bananas amadurecidas pelo xixi do “tio”, porque ficavam maduras rapidamente e também eram suculentas e tinham mais vitaminas. Nosso personagem trabalhava de sol a sol, apenas descansando no domingo para rezar e preparar sua mercadoria para as vendas no dia seguinte de porta em porta no Abaeté. Conto esse conto para lembrar dos nossos heróis anônimos, gente simples, que deram exemplo de honestidade e trabalho duro. Nesse ano eleitoral milhares de candidatos se apresentam ao povo, debaixo de uma capa de honestidade e santidade para serem eleitos. A maioria dos eleitos esquecem das promessas de campanha e dão as costas para os eleitores logo após as eleições. Precisamos lembrar que vivemos uma enorme crise política e social. Sem uma ampla reforma política com a redução do número de partidos, dificilmente nosso País irá crescer e gerar empregos para todos, principalmente para os jovens. Nosso País se transformou naquilo que os norte americanos gostam de chamar “república das bananas”. Um país atrasado que depende quase totalmente da economia norte-americana. Até quando seremos dependentes do Tio Sam e da China. Por que não voltar a economia para o mercado interno? São perguntas sem respostas há décadas.
O primeiro mundo apenas nos enxerga como plantadores de soja, milho e feijão, fazedor de queimadas e exportador de carnes. E aqui nos supermercados os preços disparam a cada dia com a retomada da inflação e alta de preços. Um País sem conhecimento, cultura e tecnologia, onde faltam projetos de desenvolvimento com sustentabilidade e inserção dos jovens no mercado de trabalho. Os projetos de reforma no Congresso são pífios em relação à dimensão da crise, principalmente após a pandemia. Onde falta pão todos gritam sem razão, já dizia o ditado francês. Milhares de brasileiros estão vivendo na informalidade. Até quando? Nosso coração fica doído ao ver os jovens sem esperança, cruzando a fronteira para o mundo das drogas e do crime. Sem terem para onde ir muitos se dirigem para o mundo da violência, criminalidade e extorsão.
Hoje o mundo é dominado pelas máfias do comércio internacional. No Brasil também prospera essas máfias apenas conhecidas nos filmes, mas que já se tornaram realidade e já estão infiltradas em vários setores da sociedade. Tenho saudades do jeito simples do “Tio das bananas”, que viveu honestamente e sem acreditar em governos ou promessas de campanha. O negócio é comer mais bananas e ter saúde com o potássio e assim melhorar a nossa disposição mental e emocional para agüentar o covid e os políticos nessa hora, porque a coisa aqui não tá fácil. Somente Deus e seus Arcanjos podem nos ajudar. E então viva o nosso “Tio” honesto e trabalhador!

FOI NOS BARES DA VIDA....
GERALDO ROSA DA TRINDADE

Milton Nascimento, canta poeticamente, que.....

"Foi nos bailes da vida, ou num bar em troca de pão. Que muita gente boa pôs o pé na profissão. De tocar um instrumento e de cantar. Não importando se quem pagou quis ouvir, foi assim".

Pra mim, tudo na vida foi e continua sendo um grande aprendizado, desde os primeiros passos, passando por toda a vida até a Pandemia do Covid 19.

Comecei a sair pra curtir a noite ainda na pré adolescência, quando iniciei a 5a. Série na CNEC. Naquela época era tudo muito tranquilo e seguro, guardadas as devidas proporções, porque de vez em quando, assistíamos alguma briguinha nas ruas. No começo, os passeios eram só nas praças da Prefeitura, Matriz e Pracinha (hoje Dr. Canuto), e também no Cine Abaeté. Como é bom lembrar do nosso cinema; das músicas pré sessão, dos gongos pra começar; do Jamil, Seu Zeca, Zé Gordo, que cuidavam daquele espaço com esmero, carinho e devoção. Os filmes nem sempre eram novos, mas eram os que tínhamos e curtíamos muito. Algumas poucas vezes no ano ocorria uma grande queda no movimento do centro da cidade, nos bares, nas praças e no próprio cinema; por conta de algum circo ou parque que chegava e se instalava na atual Praça da Telemig ou mais tarde, próximo à Delegacia de Polícia. Contribuía também com essa baixa de movimento central, o nosso famoso Rancho Alegre na Praça da Capela de São José e mais tarde, também ao lado da Delegacia, quando ocorria alguma festa religiosa.

Já me sentindo "adulto" comecei a frequentar os lugares dos meus sonhos; os bares da vida. Não eram muitos, mas eram muito bons e fizeram parte da minha, da nossa história. Ainda hoje, me vejo entrando e saindo várias vezes, com os meus amigos no Porão, no Roda Viva, no Rodinha e também na Camponesa. Como eram todos muito pertos, parecia que estávamos procurando alguma coisa e estávamos mesmo. Assim, entrávamos no Bar e Restaurante Porão, andávamos por todos aqueles seus "salões", falávamos com uns e outros, e se estivesse promissor, ali sentávamos numa mesa e pedíamos uma bebida, quase sempre cerveja. Se sentíamos que ali não teria "futuro", continuávamos com a busca e o próximo passo da garimpagem, era a Churrascaria Roda Viva. A/O Roda Viva, dos irmãos Buriti, era uma espécie de grande Rancho Alegre, aberto e amplo, com mesas espalhadas pelo grande salão e já da entrada era possível ter uma visão geral e irrestrita de quem quer que estivesse por lá. Daí ficava fácil de encontrar outros amigos ou ver se quem queríamos realmente ver estava lá, se estava acompanhada, se estava bonita, se teríamos coragem de nos aproximar, se teríamos alguma oportunidade, se teríamos alguma chance, enfim a cabeça fervilhava sem sairmos do lugar. Muitas vezes nem entrávamos, pois a noite era longa e precisávamos continuar a nossa "busca". Assim, um pouco mais abaixo da Matriz, tinha o Bar e Restaurante Rodinha. Vejo com nitidez, o gramado e uma árvore no comprido terreno, com o imóvel nos fundos. Ali também, sem entrar na parte coberta, era possível ter uma visão ampla do local e sentir se seria oportuno ficar ou se mandar. Voltávamos para o miolo, para a muvuca, que era o quarteirão do cinema, onde todo mundo se encontrava. Aproveitávamos pra dar uma olhadela na Pizzaria Camponesa, que era um espaço onde famílias e casais apaixonados iam pra comer pizzas e curtir um lugar mais tranquilo, sem muito barulho e sem muitos aventureiros/as à procura de uma princesa encantada ou um príncipe encantado. Às vezes reuníamos alguns amigos e amigas, para também comer pizza, afinal ali era a melhor pizzaria da cidade.

Naquela época, durante o período escolar, sair à noite nos finais de semana era quase que contratual. Já nas férias nos dávamos o direito de sair também nas terças ou quartas feira; na terça tinha a Sessão do Troco e quarta, era dia da Quarta Sem Lei, no Cine Abaeté. Os das antigas sabem bem o que é isso, já os mais jovens, ouviram falar. A Sessão do Troco, normalmente era reprise do filme exibido no final de semana, porém com o ingresso pela metade do preço. A esperada Quarta Sem Lei, era recheada de filmes de Faroeste (Bang Bang) ou Kung Fu, também com um preço diferenciado. As férias escolares movimentavam bastante a cidade, pois vinham muitos parentes de todas as famílias, que moravam em outras cidades pra passar as férias. Assim, os nossos Bares da Vida, tinham movimento quase que diariamente.

Às vezes me pego perdido em pensamentos e fico lembrando de quantas vezes eu pude curtir os pitorescos bares de Abaeté e o quanto isso foi importante na minha vida, ali havia felicidade, havia amizade, havia lealdade e porque não dizer, havia igualdade. Todos podiam frequentar, independente de classe social. Todos, independente de cor, partido político ou time de futebol. As pessoas se respeitavam e eram mais tolerantes, a maioria de nós tínhamos limites, tínhamos réguas e sabíamos medir as consequências de nossos atos.


O MASCATE BERNARDÃO
Wagner Tulio Pereira
O termo “mascate” vem do árabe, que significa pessoa que vende mercadorias, jóias, tecidos, faz trocas, catiras. Meu avó Bernardão veio das terras do ouro de Pitanguy para a região do Abaeté com suas malas de mascate ganhar o pão de cada dia e disposto a encontrar uma boa moça para casar. De família muito pobre e sem encontrar pepitas de outro fez sua parada nas Tabocas e por lá conheceu a neta do capitão David Pereira, um dos fundadores do Abaeté. Essa moça Marta tinha uma beleza infinita, pois era descendente dos flamencos ao sul da Espanha. Se apaixonaram e vieram a casar meses depois na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio. O nosso Bernardão acreditou na sorte grande e descobriu um grande tesouro nessa moça bonita das Tabocas. Ele tinha o sangue árabe nas veias e trouxe o dom do comercio e do garimpo. Teve um armazém de secos e molhados na avenida Getulio Vargas com à rua Dr. Antonio Amador onde se vendia toucinho, banha de porco, querosene, cachaçaria, pedras de isqueiro, doces e balas de mel feitas pela Dona Marta. Próximo ao Armazém funcionava o Bar do seu Waldemar turco (libanês) e tinha um ponto de ônibus das linhas que iam para a Serra do Palmital, Biquinhas, Cedro e Morada Nova. As velhas jardineiras sempre empoeiradas, cheias de gente, galinhas e mantimentos mensais para serem levados para as roças. Seu Bernardão sempre gostou de fazer catiras, barganhas, mas não passava manta (tirar proveito) no sujeito humilde da roça, como costumava acontecer com os mascates da época. Eu Sei que os descendentes de árabes muito contribuíram para o progresso do nosso Abaeté. Seu Waldemar Elias e sua família muito lutaram para manter seu bar e padaria naquele ponto movimentado das jardineiras. Gostava de vender e entregar as pururucas naquele bar e ganhar um bom dinheirinho para gastar. Seu Tuffi Andrade e o hotel próximo do cinema, também fez história de sua família no Abaeté. Branco e David turco também tiveram participação ativa no comercio e catiras de automóveis e demais tranqueiras. Nos ensinaram a arte do comércio, valorizando cada objeto como possibilidade de troca e principalmente de amizades. Os árabes são visionários pelas terras da Serra do Capacete, talvez devido aos mistérios subterrâneos daquela região. Jazidas de urânio, nióbio, gás natural, fosforita, verdete, diamantes e outros mistérios que existem por aí e não sabemos. A cada dia fecha a caixa de pandora e abre-se novos portais cósmicos desvendando luzes em nosso interior. Sinto que o mais importante e dar-se conta que nada sabemos. Somos participantes desse movimento de evolução e destruição como verdadeiros Seres da terra. Somos filhos de Gaia, a mãe terra. A lei do retorno está em toda a parte do cosmos. O Cedro do Abaeté nos propicia essa conexão com o céu aqui na terra. Sempre digo que o Cedro pertence ao Indaiá com seus diamantes. Fabricados por mãos divinas.
O Eterno se divide para que cada um possa evoluir, experimentar as águas e o fogo desse planeta e voltar como criança. Sentir a leveza e alegria nesse mundo. O bem e o mal estão sempre juntos, mas necessito perguntar todo dia quem estou alimentando dentro de mim. “Seu Bernardão” foi um sábio em sua vida. Mal sabia ler e escrever, mas tinha uma sabedoria do Ser. Teve honestidade, ética, observação, respeito ao próximo e a uma enorme presença energética. Teve um saber para mascatear (vender de porta em porta) como os “turcos” faziam quando chegavam no Brasil. Tornou-se um bom comerciante, garimpeiro do gamelão gerando empregos como construtor. Em sua velhice ouvia o tique-taque das horas aceitando com tranqüilidade o voar do tempo. Contava as horas que passam e não vemos, estamos dormindo em sono profundo. Ainda hoje posso ouvir os sonidos das águas límpidas do rio Indaiá, descendo pelas corredeiras e escondendo seus diamantes e tesouros ocultos da humanidade gananciosa e predadora. Noutros lugares do planeta a fonte secou, os rios estão sujos, o homem contaminou e o fogo queimou. A natureza reage rapidamente. Final de um ciclo destrutivo. Até onde o planeta e nós vamos agüentar? E agora “ Seu Bernardão”?


Léa Campos
Regina Oliveira
Alguém conhece a historia desta menininha, que se tornou a primeira arbitra mulher. Asaléa de Campos Fornero Medina, mais conhecida como Léa Campos, é a primeira mulher a se tornar árbitra de futebol.
Em 2015, Léa seguia morando em Nova York, nos Estados Unidos da América, com seu marido Luis Medina.
Léa nasceu em Abaeté-MG, em 1945, mas foi criada em Belo Horizonte. A filha de Jairo e Isabel sempre foi apaixonada por esportes.

domingo, 5 de novembro de 2017

ABAETÉ: 140 ANOS DE MUITA HISTÓRIA

Os 140 anos de Abaeté foi comemorado em grande estilo.

A Prefeitura Municipal de Abaeté movimentou a nossa praça central com uma feira de carros antigos que fez muito sucesso.

sábado, 5 de novembro de 2016

ABAETÉ: 139 ANOS DE HISTÓRIA!!!!

Parabéns, cidade centenária mas com cara de menina....
139 anos de de história, de amor, de luta, de busca, de crescimento, de caminhada rumo ao desenvolvimento.


Cidade das belas praças
das Marias e Josés
Do carnaval das marchinhas e também do Abaeté Folia
Do pão de queijo quentinho
E empadas saborosas
Dos lindos bordados feitos por mãos de fada.

Cidade hospitaleira
Cidade planejada
Cidade por onde passa o ribeirão Marmelada.

Grandes médicos e juízes
Professores e engenheiros
Artesãos de talento
E também muitos fazendeiros.

Festas juninas animadas


VIVA ABAETÉ!!!!



Fonte: Rita de Cássia Macedo via facebook

Fonte: Ricardo Heleno via facebook 
 
Fonte: @nelioalmeida via facebook  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: maria de Lourdes Mende via facebook

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

ANIVERSÁRIO DE ABAETÉ.

" A educação de um povo se avalia pelo modo como trata os animais "
Alexandre Von Humboldt

Gostaríamos de parabenizar a cidade de Abaeté pelo seu dia, e sobretudo chamar a atenção da população abaeteense.


Neste dia onde comemora - se mais um ano de existência da cidade, pergunto: Somos um povo que sabe respeitar os nossos animais?
Quantas vezes fomos criticados por moradores da cidade por alimentar um cão de RUA! " não coloca ração aí não " " vai juntar cachorros aqui" " que bobagem cuidar de animais, vai arrumar um serviço " que cabeça pequena tem alguns moradores desta cidade! A população é responsável por zelar pelo bem estar dos animais e não será ignorando o problema e deixando - os famintos que o problema se resolverá....

Quantas vezes resgatamos um animal atropelado em que o culpado sequer presta Socorro... Simplesmente vai embora e deixa ali... Sofrendo...
Tantos cães abandonados na RUA! De quem é a culpa?
Cada um abandonado, tinha um dono que o ignorou!

Acorda população! A culpa é sua e não do animal!

Por outro lado, boa parte da população está interessada em ajudar, um simples gesto faz diferença:
vasilhas de ração e água na porta de casas e comércios...
Pessoas procurando castracao...
Deixando de comprar animais e nos procurando para adotar...
Simplesmente respeitando...

Estamos caminhando, evoluindo... Devagar.
Só pedimos Respeito!
Por nosso trabalho e pelos animais!

(Socorros bichos de Abaeté)


HINO A ABAETÉ
Belini Andrade e Modesto Pires


Menina bonita, tão cheia de fé,
Cidade-Menina é nossa Abaeté...
Menina faceira, menina prendada
Que brinca nas águas do Marmelada...


Os seus horizontes, cidade querida,
E suas pracinhas repletas de vida,
Cartão de visita, presente de Deus,
Enlevo e poesia para os olhos meus...


E filhos ilustres, com brilho invulgar,
Estão espalhados por todo lugar,
É gente valente, de amor e de fé,
Que honra seu nome, querida Abaeté...


Menina bonita, que encanta e seduz,
Cidade-Menina repleta de luz,
Cidade que eu amo, e todo mundo vê
Que não há, no Brasil, igual a você...

05 de Novembro. Aniversário de Nossa querida Abaeté.
Cantemos em sua homenagem.

Abaeté, linda cidade mineira ó cidade hospitaleira doce solo onde eu nasci. A ti eu canto a canção que vem do peito, aqui vivo satisfeito apaixonado pro ti

Abaeté por ti vivo suspirando, coração fica chorando se estou longe de ti, e a saudade mexe com meus sentimentos e relembro os bons momentos e emoções que eu vivi.

Abaeté, Abaeté, linda cidade que me viu nascer.
Abaeté, Abaeté, terra querida vou te amar até morrer.

(Lucia Pereira e Belini Andrade)

Parabéns Abaeté pelo seus 138 Anos dia 5 de Novembro lembrança de Antigamente da Cidade Menina
www.festasvip.com.br

VIVA ABAETÉ! 138 ANOS DE HISTÓRIA COMO CIDADE...

ABAETÉ: 138 ANOS DE HISTÓRIA



Parabéns Abaeté! 138 anos carregando o nome guerreiro da tribo que existiu na beira do rio dos diamantes. A cada ano um motivo a mais para amar essa terra já centenária mas cantada e eternizada como uma “cidade menina”.


Talvez haja ainda mais de 138 razões para amar Abaeté: terra de gente inteligente e abençoada, que estão espalhados por todo planeta, escrevendo uma história bonita, mostrando que são capazes de conquistar o mundo.

Em todas as áreas, em todo lugar, lá está um abaeteense conduzindo trabalhos importantes, decidindo rumos desse Brasil verde e amarelo, sonhando com o impossível, fazendo alguém feliz.

Praças, belos edifícios, casarões que amo e que estão ficando apenas na memória, festas religiosas e populares...

Mas quem ama também cuida e nós temos problemas que exigem cuidados e uma solução a curto prazo: a área verde da cidade; o lixo jogado nos lotes e periferia causando mal cheiro e contaminação.

As calçadas estão interditadas por mercadorias, dificultando a vida dos pedestres principalmente dos mais idosos; animais abandonados pelas ruas.

A saúde, o trânsito e as esquinas perigosas, bicicletas na contramão e nas calçadas causando acidentes, a Lagoa Sanitária...

Pernilongos robustos invadindo as nossas residências, o ribeirão de águas paradas onde repousa parte do esgoto espalhando um odor insuportável, assaltos a mão armada envolvendo menores, roubos, inquietação, fragilidade.

E de repente surge a irrequieta Christiane com a proposta de criar um conselho editorial virtual para o Nosso Jornal. Conselho que já existe e que em questão de horas/dias já mostrava uma grande disposição em trabalhar unidos para o bem estar da nossa cidade

Nasce então o primeiro grupo de ação com o objetivo de salvar o Marmelada. O nosso ribeirão que há muito tempo pede socorro, sofre com as inconsequências do homem, grita por uma segunda chance, chora o descaso do homem cm ele  mesmo e com a natureza.

Novos grupos estão se formando no âmbito da segurança pública, educação, cultura, esporte e lazer, desenvolvimento econômico. E as ideias vem de abaeteenses que vivem aqui, vem de Brasília, Belo Horizonte, Pará de Minas... de abaeteenses que nunca esqueceram a sua terra natal e acima de tudo amam esse pedacinho de chão.

Avante Christiane! Avante conselheiros! Juntos podemos recuperar o nosso rio, cuidar dessa terra hospitaleira que tanto amamos e nos orgulhamos.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

UM POUCO DE ABAETÉ

MINHA CIDADE


Abaeté é uma cidade
muito bonita, hospitaleira
ela recebe os seus visitantes 
com muito carinho e amizade.

Dentro dela tem uma escola
que se chama Irmã Maria de Lourdes
que eu, Priscila Aparecida,
adoro estudar lá.

Também tem um rio
que se chama Marmelada
e que está precisando de muita chuva
para encher seu leito
e varrer toda a sua sujeira.

Nela também tem muitos prédios,
festas e também muitas pessoas
que gostam de Abaeté como eu.

Texto de Priscila Aparecida Silvério- 6º ano azul- Escola Municipal "Irmã Maria de Lourdes"

Abaeté

Abaeté é uma pequena cidade do oeste das gerais,
que os visitantes não esquecem jamais.

Em Abaeté os vizinhos são legais
mas às vezes fofoqueiros demais.

Em Abaeté- Minas Gerais
tem muitas coisas legais
e eu amo demais
Abaeté- Minas Gerais.

O rio Marmelada
antes tinha águas cristalinas
onde antigamente as pessoas nadavam e pescavam.
Agora não nadam e nem pescam, 
de tanto que a água está suja.

Eu penso que as pessoas
deveriam se importar mais,
nas ruas vejo muita gente
jogando água no passeio e na rua
em vez de varrer
jogando lixo nos bueiros...

Elas deveriam ter consciência pois estão prejudicando a si mesmos e todos os habitantes da nossa amada cidade.

Texto da aluna Stéfany Gabriele Pereira da Cruz- 6ºano verde- Escola Municipal "Irmã Maria de Lourdes"



Abaeté

Na nossa cidade 
existe muitas coisas boas
e um povo hospitaleiro
que recebe os visitantes muito bem.

Mas na nossa cidade tão bonita
existe um grande rio chamado Marmelada.
Ele pede socorro, está muito contaminado
pois as pessoas jogam lixo dentro dele.

É a cidade que eu amo!

Sarah Rafaella- 6º ano azul- Escola Municipal "Irmã Maria de Lourdes"

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

SALVE ABAETÉ!!! 137 ANOS DE HISTÓRIA...


 

Abaeté... quanta história para contar, quantos segredos escondidos nos velhos casarões que agora se transformam em construções modernas e imponentes, quanta saudade das ruas calmas, das casas sem grades nas janelas e ladeadas apenas por muros baixos e convidativos para encontros e bate papos no final da tarde.

Quantas lembranças!!! Hoje você não é mais uma menininha e as centenas de anos vividos corajosamente te fizeram forte, linda, elegante... 

Filhos inteligentes estão espalhados por todo lugar, residenciais de luxo ou não rodeiam a cidade num convite tentador, mas a água do nosso aguerrido Marmelada está pouca, suja e poluída. Pobre Marmelada!!!

 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

PARABÉNS ABAETÉ!!!

Não descansou sobre os louros o futuro Barão do Indaiá e pensou em obter para a Marmelada as honras da cidade. Conseguiu isto pela Lei nº 2 416 de 05 de novembro de 1877,, elaborada quando presidente da Província o Dr. João Capistrano Bandeira de Melo. Diz o artigo único dessa lei:

"Ficam elevadas à categoria de cidades as vilas do Pará, Cabo Verde e Carmo do Rio Claro, com as mesmas denominações; as de Dores da Marmelada e Pedra dos Angicos, a primeira com a denominação de Cidade do Abaeté e a segunda, com a Cidade de São Francisco, revogadas as disposições em contrário."
( OLIVEIRA, José Alves.História de Abaeté, temperada com um pouco de sal e pimenta- p.131)

136 anos se passaram depois de elevada à categoria de cidade e para trás ficaram a velha matriz, os antigos casarões, a tranquilidade das ruas por onde transitavam charretes, carros de bois, cavalos e burros, o cinema, a Praça de Esportes, o Nosso Clube, os passeios na Sonda...

Centenária e pequena, festiva e hospitaleira... assim é a nossa cidade aos 136 anos. 

E para registrar o seu natalício 136 cliques e palavras que juntos formam a sua identidade nessa data histórica.

Parabéns ABAETE!!! Parabéns à nossa população. Vamos nos unir ainda mais a partir desta data, porque juntos nós podemos mais, sempre.....( Alex Costa)
Pelo visto o que falta a Abaeté é um reflexo do que falta ao país: participação popular de forma organizada, objetiva e responsável. ( Wanda Lúcia Latalisa Cozzi)

 
Infelizmente, uma cidade esquecida por seus governantes: mal cuidada e sem projetos para o desenvolvimento. Tudo que acontece aqui é mérito pessoal das pessoas que lutam para progredir, NADA de coletivo ,de comunitário aparece para ser notado.(Arilza Costa Tavares)
Acredito que o povo de Abaeté está se organizando e cobrando de quem deve ter atitudes, de quem foi eleito para tanto. ( Valesca Rocha Álvares)

 
Parabéns ao povo de Abaeté, que mesmo com todas as dificuldades sobrevivem.... ( Cláudia Alves Machado)

 
 
136 anos...A coisa tá braba... Precisa melhorar muito, em todos os setores.( Herculano Vanderli de Sousa)


No próximo dia 05 de novembro Abaeté completará 136 anos de emancipação política. Celebração da continuidade! História registrada e reescrita... É costume homenagear aqueles que contribuíram para o progresso de nossa terra atuando nas diversas áreas de conhecimento e, sem dúvida, é notória a importância e participação de cada um na construção e crescimento de nosso município. Batizam-se creches, escolas, ruas, bairros com nomes de um homenageado específico deixando sacramentado todo o seu legado.
Inspirado pela passagem do natalício de nosso município pergunto: quem são os novos protagonistas da história atual de Abaeté? Quem está fazendo a diferença na construção de uma cidade melhor, sem necessariamente exercer algum tipo de liderança? São muitos os burburinhos, mais quIem são as verdadeiras vozes? Trago a figura do profeta que é aquele que ANUNCIA a novidade do Reino de Deus, mais também DENUNCIA tudo aquilo que fere e sepulta a dignidade humana. Enfim, às vésperas de uma festividade importante para todos nós, ao invés de perguntar que presente iremos oferecer à nossa cidade, considerem válida e oportuna a pergunta: quem são os protagonistas do novo e de que maneira estão contribuindo com o engrandecimento deste nobre município? Feliz aniversário Abaeté! ( Fábio Oliver)
Parabéns Abaeté pelos 136 anos!!!!! ( Fábio Oliver)

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

SALVE ABAETÉ!!!



                                           Salve Abaeté!!!
Rita Arruda

Parabéns Abaeté! 135 anos carregando o nome guerreiro da tribo que existiu na beira do rio dos diamantes.

Parabéns Abaeté! A cada ano um motivo a mais para amar essa terra já centenária mas cantada e eternizada como uma “cidade menina”.

Motivos simples, razões que só o coração abaeteense pode sentir, pois as nossas maravilhas se encontram no coração das pessoas, no sorriso sincero, na simplicidade da nossa gente, na felicidade de quem escolheu aqui para morar...

Cidade hospitaleira que encanta os visitantes.

Povo festivo, berço de violeiros e sanfoneiros apaixonados, congadeiros e bandas animadas.
Pracinhas aconchegantes com bancos de madeira ou cimento  convidando jovens e adultos  para um bate papo à moda da cidade.

Cadeiras na calçada que ainda permitem até um cochilo no final da noite tendo como teto a beleza de um céu estrelado ou a companhia e inspiração de uma lua cheia.

Vizinhos que são irmãos camaradas, café fumegante e saboroso servido com o tradicional pão de queijo feito e assado na hora.

Quitandas famosas, doces e doceiras de fama, queijo redondo, polvilho da roça e rapadura.
Festas religiosas e seculares com leilão e procissão, cavalgadas, desfile de carros de bois mantendo a tradição da região.

Gente bonita e alegre, carnaval que dizem ser um dos melhores de Minas.

Festa de Nossa Senhora do Rosário, represa e balneário, feira de gado, artesanato e feirinha das terças-feiras e sábados.

Bombons caseiros deliciosos, canjica temperada nas noites frias de junho, bolo de fubá , biscoito de queijo e aos domingos frango com quiabo.

Singelas belezas, igrejas e capelas, artistas e cantadores, causos contados debaixo das gameleiras.

Povo alegre que sabe e gosta de receber bem os seus visitantes...

.... e ainda mais 135 motivos para amar Abaeté: terra dos apelidos, poetas e escritores, benzedeiras e a famosa Folia de Reis.

Mas quem ama também cuida  e nós temos problemas que exigem cuidados e uma solução a curto tempo: a área verde da cidade; o lixo jogado nos lotes e periferia da cidade causando mal cheiro e contaminação. Falta lazer e incentivo ao esporte para adolescentes e jovens. As calçadas estão interditadas por entulhos das construções ou mercadorias, dificultando a vida dos pedestres principalmente dos mais idosos; animais abandonados pelas ruas .

A saúde, o trânsito e as esquinas perigosas, bicicletas na contramão e nas calçadas, a Lagoa Sanitária ...

Falta incentivo para a cultura e um local para guardar a memória dessa terra amada.

São muitos os problemas mas não faltam os Silvas, os Sousas e Souzas, os Pereiras e Ferreiras, Noronhas e Ribeiros, Zicas, Arrudas, Oliveiras... abaeteenses  guerreiros e guerreiras para lutar e escrever uma história  cheia de graça e ar puro alicerçada no crescimento sustentável, com participação política, comprometimento com o bem estar da nossa sociedade... 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ABAETÉ DESENHADA PELOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL "SENADOR SOUZA VIANA"

Vivemos uma era de colecionadores.Registramos e guardamos tudo (...) No espaço público, os arquivos crescem, as datas comemorativas se multiplicam, a necessidade de placas de recordação e monumentos são permanentes (...) 
  (JELIN, 1998: 9 )

 Fonte: Rita Arruda- 2003

Os desenhos foram feitos pelos alunos da Escola Municipal "Senador Souza Viana" em 2003 para uma exposição em comemoração ao aniversário da cidade.

Além de registrar a nossa história também mostram o talento dos nossos adolescentes e jovens.